Qual a idade do universo

Já parou para se perguntar qual é a idade da existência? Em outras palavras, a quanto tempo atrás ocorreu o Big Bang e a criação do universo primordial? A partir de estrelas antigas, novos elementos foram surgindo e o universo foi se expandindo. Com o tempo, ele começou a se moldar como nós o conhecemos hoje e continua seguindo o mesmo padrão. Eles segue expandindo e se transformando constantemente. Cientistas conseguiram identificar objetos muito antigos e a partir deles, definir certos parâmetros. Entendendo como nosso universo funciona e de onde ele vem, podemos compreender a totalidade da nossa existência. O ser humano é um animal um tanto quanto curioso, não é atoa que não poupamos esforços para entender como as coisas funcionam e de onde elas vêm.

Hoje a Fatos Desconhecidos traz para você um pedacinho da história do universo, afinal se todos nós viemos dele, seria bom entendê-lo melhor. Através de suas transformações e de seu “nascimento”, nós podemos chegar a conclusões que nos guiarão a um futuro mais promissor. Devemos entender também que esses cálculos são estimativas. Existem vários valores que podem ser aceitos, desde que estes estejam dentro do parâmetro de tempo de certas medições feitas. De qualquer forma, qual a idade do universo?

Objetos antigos

Primeiramente, precisamos entender como os cientistas determinaram a idade do universo. Inicialmente, devemos pensar uma lógica bem simples. O universo não pode ser mais novo que o objeto que ele contêm. Por mais óbvio que isso seja, essa é a questão fundamental para o entendimento da idade do universo. Através dessa medição, podemos entender melhor o comportamento que entendemos como realidade. Por exemplo, podemos utilizar como base a massa das estrelas para determinar o período de nascimento e morte da mesma. Há estrelas que duraram por bilhões de anos e outras somente milhares.

Como estrelas pode ajudar a medir a idade do universo? Bem, cientistas buscam os vestígios das estrelas primordiais. Elas são a fonte original de diversos elementos do universo. Elas tinham uma massa enorme, eram formadas de hidrogênio e hélio e queimavam muito rapidamente. Devido essa fusão, novos objetos foram sendo criados. Essas estrelas são conhecidas como estrelas da população III. Contudo, essa não é a única forma de medir a idade do universo. O aglomerado globular possui as mesmas propriedades e estima-se que ele esteja por aqui a cerca de 11 bilhões de anos. Todavia é somente uma estimativa, pois devido a distância do mesmo, é extremamente difícil medir sua massa e sua idade.

Medições e Estimativas

Se esses aglomerados e outros objetos estão por aí a cerca de 11 bilhões de anos, o universo não pode ser mais “novo” que isso. Uma outra forma que foi encontrada de tentar estimar a idade da criação é através da taxa de expansão do universo. É do conhecimento científico que nosso universo não é imutável e está sempre “crescendo”. O valor utilizado para essa medição é chamada de constante de Hubble. Para achar essa taxa, deve-se identificar a matéria em maior quantidade no universo, no caso, a matéria escura. Através disso, podemos achar a densidade do universo e entender sua idade. Por exemplo, quanto menor a densidade do universo, mas novo ele é.

Como se define a densidade de um espaço inimaginavelmente colossal? Essas medições são feitas por um equipamento chamado WMAP (Sonda de Anisotropia de Micro-ondas Wilkinson). Essa ferramenta consegue medir a radiação térmica deixada pelo Big Bang, dessa forma possibilitando medir a taxa de expansão, densidade e composição universal.  Todavia, devemos lembrar que isso tudo são estimativas e todas essas medições possuem um margem de erro.

A idade do universo

Com uma margem de erro de 59 milhões de anos, em 2012 foi estimado que o universo possuí 13,772 bilhões de anos de idade. Já em 2013 esse número foi para 13,82 bilhões de anos… Ambos se encaixam na margem de 11 bilhões de anos. A algum tempo atrás, seria literalmente impossível identificar valores próximos. Isso se dá pelas ferramentas utilizadas e pelas descobertas feitas. Todo tipo de informação dentro dessas medições podem colaborar com a melhor compreensão do meio que vivemos. No final das contas, a curiosidade humana é tão extensa quanto a própria realidade que habitamos.

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